
Depois da Gripe Asiática...Depois da Gripe Aviária...Chega a Gripe Suína pra foder todos nós!!!!!!!!
ééé..........amigo tamô é fudidos,vocês acham que vão conseguir segurar esse vírus? não conseguiram segurar a dengue que o mosquito é maior vão conseguir segurar o mosquito???? e olha que todo mundo sabe que o sistema de saúde do brasileiro é mais furado que peneira !!!!
O bom brasileiro adora uma novidade, principalmente se a inovação vier da América do Norte ou do velho continente. Quando começou o burburinho a respeito de uma nova moléstia internacional, muitos falaram:
“- Essas coisas só acontecem lá fora!” – quase em tom de indignação.
“- Não temos aqui um furacãozinho, no máximo, uma mera tromba d’água!”, que lugar monótono, não é mesmo?
Eu não reclamo de nada (mentira!). Acredito que por essas bandas de cá já temos emoções suficientes que ficam por conta da violência, as crises existenciais no cenário político, o novo shape da Suzana Vieira e, logicamente, pela carga tributária.
Mas, se você, amado leitor, joga no time dos que acham que desgraça pouca é bobagem, já pode abrir o sorriso de uma orelha até a outra. Este país, alegre e repleto de gente bonita, já se ligou nas últimas tendências do globo e, para não ficar de fora da última moda, tem até o presente momento, vinte casos de suspeita de contaminação pela gripe suína.
Agora, os mexicanos que estavam estendendo suas férias em terras Tupiniquins já podem botar a mão na cabeça e começar a chorar: não há lugar seguro no planeta Terra.
Ainda acho que, mesmo em meio ao caos, uma pequena parcela dos brasileiros dará o seu ‘jeitinho’ para converter a tragédia iminente em algo bom como, por exemplo, alavancar a economia nacional.
Os donos de laboratórios, felizes, colocarão seus funcionários para fazer hora extra, afinal, estamos em meio a um surto; Todas as farmácias vão atender 24hs por dia, sem perdões para fins de semana ou dias santos; A dona da Daslu passará a vender máscaras cravejadas de Cristais Swarovski, afinal, não é porque o mundo está ‘empesteado’ que nós deixaremos de ser fashion.
Resumindo: quando há uma calamidade pública, os grandões, SEMPRE, saem no lucro, afinal, SEMPRE existirá alguma forma de lucrar em cima da tragédia alheia.
Antes que haja um novo controle populacional, gostaria que as autoridades partissem para um jogo mais ofensivo, pois o adversário é astuto e, ao que tudo indica, pretende vencer o campeonato.
Enquanto isso, Miriam Leitão e os suinocultores torcem para que mudem o nome da doença para Gripe Mexicana ou Influenza norte-americana (epidemia de xenofobia? rs...), afinal, Gripe Suína está queimando o filme de outra pequena parcela.
“- Essas coisas só acontecem lá fora!” – quase em tom de indignação.
“- Não temos aqui um furacãozinho, no máximo, uma mera tromba d’água!”, que lugar monótono, não é mesmo?
Eu não reclamo de nada (mentira!). Acredito que por essas bandas de cá já temos emoções suficientes que ficam por conta da violência, as crises existenciais no cenário político, o novo shape da Suzana Vieira e, logicamente, pela carga tributária.
Mas, se você, amado leitor, joga no time dos que acham que desgraça pouca é bobagem, já pode abrir o sorriso de uma orelha até a outra. Este país, alegre e repleto de gente bonita, já se ligou nas últimas tendências do globo e, para não ficar de fora da última moda, tem até o presente momento, vinte casos de suspeita de contaminação pela gripe suína.
Agora, os mexicanos que estavam estendendo suas férias em terras Tupiniquins já podem botar a mão na cabeça e começar a chorar: não há lugar seguro no planeta Terra.
Ainda acho que, mesmo em meio ao caos, uma pequena parcela dos brasileiros dará o seu ‘jeitinho’ para converter a tragédia iminente em algo bom como, por exemplo, alavancar a economia nacional.
Os donos de laboratórios, felizes, colocarão seus funcionários para fazer hora extra, afinal, estamos em meio a um surto; Todas as farmácias vão atender 24hs por dia, sem perdões para fins de semana ou dias santos; A dona da Daslu passará a vender máscaras cravejadas de Cristais Swarovski, afinal, não é porque o mundo está ‘empesteado’ que nós deixaremos de ser fashion.
Resumindo: quando há uma calamidade pública, os grandões, SEMPRE, saem no lucro, afinal, SEMPRE existirá alguma forma de lucrar em cima da tragédia alheia.
Antes que haja um novo controle populacional, gostaria que as autoridades partissem para um jogo mais ofensivo, pois o adversário é astuto e, ao que tudo indica, pretende vencer o campeonato.
Enquanto isso, Miriam Leitão e os suinocultores torcem para que mudem o nome da doença para Gripe Mexicana ou Influenza norte-americana (epidemia de xenofobia? rs...), afinal, Gripe Suína está queimando o filme de outra pequena parcela.